O que aconteceu no hackeamento da FGV hoje? Grupo Dragonforce alega roubo de 1,52 TB de dados de funcionários, estudantes e candidatos. FGV não confirmou. Afetados têm direito a notificação e indenização pela LGPD. Consulte advogado especializado em proteção de dados no Rio de Janeiro.
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A Fundação Getúlio Vargas (FGV) é alvo de alegação de ataque cibernético de ransomware pelo grupo Dragonforce. O grupo afirma ter acessado 1,52 TB de dados, incluindo informações de funcionários, mais de 3 mil estudantes e candidatos a vagas ou estágios.
Os dados expostos nas amostras incluem: nomes completos, CPF, RG, endereços, e-mails, telefones, salários, dados bancários e registros acadêmicos.
A FGV ainda não se manifestou oficialmente sobre o incidente.
Para quem teve dados na instituição, há risco de fraudes, phishing e roubo de identidade.
Pela LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), a FGV deve notificar os titulares dos dados e você tem direito a informações claras e a reparação por eventuais danos.
Recomendações imediatas: monitore extratos bancários, ative alertas de segurança e evite links suspeitos.
Se você foi impactado pela notícia acima e deseja saber mais sobre o tema (desdobramentos legais de vazamento de dados) , contate-nos pelo formulário de contato abaixo:

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